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Elementos típicos das redes de experiência

28/01/2019

Em um nível inconsciente, cada episódio de experiência que é “carregado” emocionalmente é armazenado como uma rede de experiências de maneira complexa no “repertorio de experiências” inconsciente (memória autobiográfica/ memória episódica).

Isso ocorre especialmente nessas áreas do cérebro que são (de uma perspectiva evolutiva) muito mais antigos do que o neocórtex – isso significa dentro dessas áreas do cérebro que não tem habilidades de fala e funções de “racionalidade” e funcionam de forma mais analógica (de forma imaginária) = tronco cerebral e diencéfalo.

O que experimentamos (conscientemente e inconscientemente) é o resultado de redes neurofisiológicas que são ativadas.

Essas experiências, portanto, ativadas, novamente influenciam de forma circular apenas essas experiências (círculos de feedback/feedback-loops recíprocos).

Nenhum desses elementos de experiência é a “causa” para os outros elementos da experiência, eles se influenciam de maneira circular.

Se os episódios de experiências (redes de conexões) foram armazenados em nosso inconsciente “repertório de experiência”, eles podem ser reativados com frequência, de forma bastante rápida, se o indivíduo experimentar semelhanças com essas “redes do passado” em situações no presente.

A “lei” de Hebb: células que disparam juntas conectam-se juntas. Quando as células são conectadas dessa maneira, eles tendem a disparar juntas novamente se apenas um dos elementos da rede for experimentado novamente.

Para mudar essas redes de experiência, é preciso introduzir diferenças nas redes. Não se deve mudar a rede inteira, basta alterar apenas um ou alguns elementos da rede de experiências.

A seguir, o modelo para a descrição de elementos de redes de experiência oferece muitas possibilidades para criar e propor diferenças em redes para mudança.

Com este modelo, pode-se descrever especificamente o que faz parte de uma rede-problema (padrão problema) e quais elementos possivelmente podem ser alterados (por exemplo, pode-se mudar a forma como ele (a) se trata e se valoriza quando sofre com esse problema, etc. ou se externaliza alguns diálogos internos e isso expande o espaço interior sentido).

Elementos típicos de redes de experiências, exemplos:

 redes de experiência 2

  • Caminho e conteúdo do fenômeno experimentado.
  • Experiência interna de proximidade / distância do fenômeno, sua magnitude, localização no “espaço interno da experiência” (associação/dissociação).
  • Experiência sentida na idade, altura própria, espaço próprio experimentado em torno de si mesmo / intensidade da experiência de estar associado ao fenômeno.
  • Experiência de uma meta-posição como observador das experiências com possibilidades de sentir para se escolher.
  • Explicações sobre o fenômeno experimentado (por exemplo, “saudável/doente”, acontece intencionalmente / sem intenção, é geneticamente, é um sinal de ação ativa/passiva).
  • Avaliação do fenômeno (é bom/mau, competente/incompetente).
  • Conclusões feitas a partir das experiências.
  • Comparação com outras pessoas/expectativas para comigo/para com os outros.
  • Realização/avaliação de próprios sentimentos, experiências sensoriais e pensamentos.
  • Coordenação de movimentos corporais e postura, imitação, gestões, padrões de movimento, respiração (todas as partes dos processos ideomotores).
  • Canais sensoriais/submodalidades (visual, auditivos, cenestésico, olfativo, gustativo).
  • Fisiologia (por exemplo, pressão sanguínea, tônus musculares, hormônios etc.).
  • Diálogos internos, dinâmicas de “partes internas/estados do ego”, relacionamento consigo mesmo.
  • Filmes internos (focando em presença, passado, futuro, mais focando em padrões de problemas ou de sucesso?).
  • Soluções já tentadas.
  • Lugar, ponto no tempo, duração, frequência, cumprimento, intensidade de fenômeno experimentado.
  • É algo experimentado, voluntariamente/involuntariamente.
  • Descrições metafóricas.
  • Relações para outras pessoas/Reações de outras pessoas.
  • Necessidades /Motivação.
  • Avaliação das / frequências das experiências desejadas.
  • Tratamento de “falhas”/atitude de aprendizagem curiosa/ou, mais déficit de foco/punição.
  • Extrapunitivo – intrapunitivo/ atribuições (interno externo – variável/estilizado).
  • Frequência e tipo de feedback.
  • Imagens de relações/avaliação de relacionamentos/expectativas.
  • Conteúdo e tipo de comunicação.
  • Experiência de tempo (lenta/esticada/rápida).
  • Atitude de extroversão/introversão.
  • Mais orientado para a confiança/mais orientado para a desconfiança.
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LINEO CARVALHO

Empreendedor, sócio fundador da Insight Desenvolvimento Humano, empresa que acredita na transformação de vidas...

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ANDRÉA CARVALHO

Empresária e mãe, sócia da Insight Desenvolvimento Humano, com Formações Internacionais em Coaching Integrativo Sistêmico e Coaching Quântico...

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