areaRestrita

Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água. (Thomaz Fuller)

O poder não corrompe as pessoas; as pessoas corrompem outras pessoas." (William Gaddis)

Descubra sua própria luz, ou passará o resto da vida sendo um pálido reflexo da luz alheia. (Paulo Coelho)

O fracasso é a oportunidade de se começar de novo, com inteligência. (Henry Ford)

Quem decide pode errar, quem não decide já errou. (Karahjan)

Sou uma parte de tudo aquilo que encontrei no meu caminho. (Alfred Tennyson)

Você não pode ensinar algo a um homem. Você pode somente ajudá-lo a descobrir sozinho. (Galileu)

Quando observamos a natureza, o que vemos é o universo exposto a nosso próprio método de análise. (Werner Heisenberg)

As pessoas são solitárias porque constroem paredes ao invés de pontes. (Joseph Newton)

O QUE É O PANORAMA SOCIAL

Padrões de pensamento social e a transformação do comportamento social inconsciente

Criado por Lucas Derks


Já Korzybski dizia: 

Não é o mundo que cria problemas psíquicos nas pessoas. É sim a maneira como as pessoas representam o mundo! O desenvolvimento pessoal, a psicoterapia e o coaching, tanto individual como para organizações, devem ter pois como fim a transformação da imagem do mundo do cliente.


O Panorama Social não vem da América. É finalmente uma criação genuína nascida no solo europeu por um tal psicólogo formado em psicologia social, Lucas Derks, que está trabalhando com colegas da Alemanha, Finlândia, Holanda, Polónia. É um resultado de investigação e modelagem, do desenvolvimento e da aplicação da Programação NeuroLinguística (PNL) e não é uma aplicação qualquer. É sim, como o confimam queles que já tiveram o privilégio de experimentar o impacto do Panorama Social e da Programação NeuroLinguística, uma aplicação da PNL a 100%.

 

A pergunta tanto em PNL como no Panorama Social é a mesma:
- como se pode transformar rapidamente a maneira como eu mesmo ou o cliente representa o mundo, como transformar a forma como nos representamos a nós mesmos e nos representamos na nossa relação com os outros, de modo a realizarmos mais facilmente os nossos objectivos e alcançarmos um alto grau de satisfação pessoal?


A resposta mais imediata do Panorama Social está inserida no pressuposto:
- a localização de mim e do outro que inconscientemente é projectada no meu espaço mental de 360º a 3 dimensões, determina a minha relação com o outro. 


Desde os anos 70 que a PNL fornece os meios para finalmente podermos explorar esta relação que se processa ao nível do inconsciente. O Panorama Social explicita e dá um passo ainda maior na exploração e transformação destas relações. Muitos dos problemas psicológicos fundamentais que experimentamos no momento actual, têm a ver com a posição mental da mãe ou do pai, muitas vezes do irmão ou da irmã, do avô ou avó, do namorado ou namorada, do companheiro(a), do patrão, do chefe e até dos antepassados. Tem a ver sobretudo, com a nossa localização em relação a eles.


Ora as técnicas da PNL e do Panorama Social em particular, têm como fim, literalmente, reajustar posições de modo que nos ajudem a uma vivência tal, que possamos afirmar que a vida vale mesmo a pena ser vivida. A intervenção mais simples e rápida emcoaching, terapia ou qualquer sessão de auto-desenvolvimento, pode muito bem consistir, muitas vezes, numa simples sugestão directa: uma simples mudança de localização! Imagine no seu panorama mental, algo que até agora oferece dúvidas ou provoca certo desconforto,  colocado repentinamente noutra posição mental. Muito possivelmente o mesmo facto passou, num décimo de segundo, a ter outro significado.


Pessoas experientes com PNL conhecem o efeito imediato do distanciamento, deslocação, redução de tamanho e abaixamento posicional dum “agressor” ou duma qualquer outra figura menos simpática das nossas relações. Mas até agora, que eu saiba, nunca foi explorado o espaço mental da experiência social subjectiva a 3 dimensões como Lucas Derks o fez – é a este espaço mental da experiência social que chamamos “Panorama Social”.
 

O Panorama Social é povoado por “personificações”. De forma inconsciente criamos estruturas de pensamento sobre os outros e damos a essas estruturas um lugar no disco rígido do nosso computador cerebral. A partir daí o outro passou para sempre a povoar a nossa vida. Delete é impossível. Trata-se duma imagem a que atribuímos determinadas sensações e características. Quando vimos o outro, a imagem que criámos do outro é activada. A nossa reacção ao outro está em correlação directa com a imagem que fazemos do outro, da personificação do outro, e da personificação que faço de mim. E o outro faz o mesmo. Personificar é, pois, criar uma imagem de mim e do outro, pessoa ou objecto, com características humanas: dar à personificação do outro um lugar na minha memória, um lugar em relação a mim.


A localização é a base da existência. Se eu ou o outro não tem um lugar no meu espaço mental, então não existe. 



“Fantasmas” existem simplesmente pelo facto de que têm lugar na nossa mente. No fundo a discussão sobre a existência ou não de “fantasmas” já podia estar fechada. O importante é como os “fantasmas” funcionam. Estão ou não ao nosso serviço? E como é que os pomos ao nosso serviço no nosso Panorama Social ou no nosso “Panorama Espiritual”? Estas são, neste contexto, as perguntas pertinentes.


Quais são os padrões específicos que determinam a minha auto-imagem? Como posso fortalecer o meu Eu? Como posso deslocar as imagens negativas de mim para outro lugar da minha Paisagem Social Mental, de modo que a negatividade seja atenuada? Que recursos tenho ao meu dispor para oferecer àquela imagem ainda fraquinha de mim, naquele canto obscuro do meu panorama mental? E no momento em que, por exemplo, desloco ou, se isso não for suficiente, ofereço a essa imagem os recursos de que precisa, a auto-imagem muito possivelmente desloca-se automaticamente na paisagem mental a 3 dimensões e, se calhar, de repente cresce e adquire até nova cor.
 

Como construímos o poder e a autoridade? Qual é o segredo da autoridade que podemos ter sobre os outros? Ou como damos autoridade aos outros? O pressuposto básico em questões de poder e autoridade é precisamente que a “representação domina a interacção”. Não há ninguém que tenha poder sobre nós se não tivermos colocado, de antemão, a personificação numa posição privilegiada de poder no nosso Panorama Social. A posição em que colocámos a personificação do outro no nosso panorama, domina a imagem que temos de nós. É este o segredo da autoridade e do poder de mim e dos outros.

 

E o que fazemos com pessoas, fazemos com grupos. Como personificamos grupos? Com que atributos? Atribuímos à personificação do grupo, no nosso Panorama Social, todos os atributos que consideramos humanos? Todos os atributos são importantes, mas no nosso Panorama Social há um local especial para grupos privilegiados e há um lugar específico para os adversários. Desloque, se ainda os tem, os supostos adversários para o lugar dos socialmente agradáveis, faça umcocktail e, muito possivelmente, descobrirá que o mundo pode ser ainda mais agradável do que até agora supunha. Cuidado, sempre, com a ecologia pessoal!


A base da nossa personalidade reside muito provavelmente na maneira como o Panorama Familiar está organizado num determinado período da vida. O Panorama Familiar forma uma das mais poderosas bases para uma transformação radical. Oferece, duma forma altamente eficiente, uma versão alternativa, pura e simples, da PNL, para as surpreendentes Constelações Familiares de Hellinger, com uma grande vantagem, sem a necessidade de ter que recorrer a representantes nem a explicações esotéricas.


Acima do Panorama Social Mental situa-se o nosso Panorama Espiritual, povoado por defuntos, anjos, deuses, fantasmas, etc.. A deslocação duma pessoa falecida para uma localização mais pacífica no Panorama Espiritual, pode ter uma influência altamente benéfica em problemas relacionados com luto.


O Panorama Social pode ser empregue ainda em formação, em teambuilding e em organizações. Muitos dos problemas dentro de organizações têm a ver com as representações que os membros da organização têm de si mesmo e dos outros. Não é provável uma transformação sólida duma organização sem transformar o Panorama Social dos seus membros.


Tal como toda a PNL, o Panorama Social é um modelo que não tem pretensão de Verdade. Parte unicamente de pressupostos, mini-teorias que se afiguram muito úteis na prática. Um dos pressupostos que tem levado a muitas especulações metafísicas em intervenções noutras disciplinas, é o pressuposto do efeito que a transformação individual tem nos outros (a chamada mudança à distância). Se  no nosso Panorama Social modificamos a personificação do outro, isso terá inevitavelmente consequências no nosso comportamento verbal e não-verbal que será certamente apercebido pelo inconsciente do outro. A directa consequência será que muito possivelmente o outro modificará de forma automática a sua atitude...

 

Para saber mais sobre o Panorama Social e a biografia do Lucas Derks acesse o site oficial:

http://www.socialpanorama.com/international/

 

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