areaRestrita

Existindo a pergunta, a mente pensa de novo. (Nancy Kline, Time to Think)

Aqueles que enxergam o invisível fazem o impossível. (Citado por Charlene Bernal)

A primeira e melhor vitória é conquistar-se a si mesmo”. (Platão)

Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água. (Thomaz Fuller)

Sabemos o que somos, mas não o que poderemos ser. (William Shakespeare)

Quando sua mente é ampliada por uma ideia nova, ela nunca retornará o seu tamanho original. (Oliver Wendell Holmes)

Tudo vem quando você vai atrás. (Silvia Duailib)

O número de pessoas que falham é diretamente proporcional ao número de pessoas que desistem. (Joseph Mc Clendon III)

Não são os grandes planos que dão certo. São os pequenos detalhes”. (Stephen Kanitz)

A sua vida e o seu mundo mudam quando você muda. (Roberto Shinyashiki)

A VERDADE POR DETRÁS DA MAGIA

A Verdade por detrás da Magia

A ideia de que resultados mágicos aparecem quando você compreende certas estruturas linguísticas está implícita no título do primeiro livro de PNL (A Estrutura da Magia) e várias interpretações dessa noção têm sido tanto a maldição da PNL como uma de suas maiores contribuições para a mudança pessoal.


Quando realizo treinamentos de PNL, durante minha demonstração de cada processo, o sujeito da demonstração frequentemente experimenta mudanças maiores. Isso se deve, em parte, ao efeito das condições da "terapia da demonstração". Ernest Rossi diz: (Rossi, 1996, p. 202) "Em comunicação comigo, o antigo Carl Rogers concordou que a ativação experimentada pelos pacientes naquilo que ele chamou de "Terapia da Demonstração", em que ele ilustrou sua abordagem "centralizada no cliente" perante grandes grupos de profissionais em treinamento era, pelo menos em parte, responsável pela eficácia de uma única sessão de psicoterapia. Outros terapeutas ficaram curiosos por saber porque uma única sessão de terapia, particularmente quando demonstrada perante um grande grupo, é tão eficaz que podemos perguntar se tal terapia ilustra a dinâmica das "Curas Milagrosas" (Barber, 1990)" Joseph Barber, aqui citado por Rossi, sugere que modelar as condições de demonstração poderiam dar-nos vestígios importantes sobre como fazer uma terapia eficaz um por um. A própria demonstração, estabelece essa poderosa expectativa de sucesso, porque as pessoas pensam: "Oba, se ele está disposto a demonstrar isso perante todos nós, ele deve ter certeza de que vai funcionar." De certa maneira, estou levando vantagem de uma visão quase "mágica" da PNL, quando realizo tal demonstração.


Esta terapia da demonstração geralmente "funciona", mas também levanta alguns pontos complexos, que desejo explorar neste artigo. Algumas pessoas descartam a PNL pela cena com aparência de hipnose de, por exemplo, a cura de fobia em cinco minutos da PNL. Elas ficam em dúvida se nós deveríamos realmente estar apresentando a PNL como uma "mágica". No final das contas, isso nem sempre "funciona".

O Shorter Oxford Dictionary dá duas definições de magia. Primeiro, descreve magia como "A suposta arte de influenciar o curso de eventos e de produzir fenômenos físicos extraordinários pelo controle oculto da natureza dos espíritos." Eu chamarei isso de magia 1. Essa parece uma definição de uma ciência aplicada dada por alguém que duvida de sua eficiência. Em segundo lugar, o dicionário descreve magia como "Uma influência inexplicável e notável que produz resultados surpreendentes." Vou chamar esta definição "além da explicação" de Magia 2.


Eu acho que ao afirmarmos que existe uma estrutura para a magia, a maioria dos praticantes dePNL dizem que os resultados inexplicáveis e notáveis (magia 2) são gerados pela utilização científica de fenômenos naturais (magia 1). Naturalmente, a questão é: sabendo-se que existe umaestrutura para a magia 1, nós dizemos ao nosso cliente que a PNL é uma ciência aplicada, com seus próprios limites, e que às vezes alcança seus resultados através de um simples " truque da mente", ou os deixamos pensar que a PNL é magia 2. ?


A questão só é complicada pela metáfora que forma o frontispício da "Estrutura da Magia." Nesta história, o Príncipe não acredita na existência de certas coisas (como Princesas) porque seu pai lhe disse que elas não existem. Depois, ele conhece outro homem que lhe mostra que tais coisas de fato existem. Finalmente, seu pai o informa de que tanto o pai como o outro homem são mágicos. Por meio de sua mágica, cada um deles cria uma "realidade" na qual ele vai ver, ouvir e sentir certas coisas, e não vai ver, ouvir e sentir outras coisas. Quando o filho pergunta qual é a verdadeverdadeira, seu pai enfatiza "Não existe verdade por detrás da magia". Uma das implicações que eu retiro desta metáfora no início do livro "A Estrutura da Magia" é que o livro pode desenrolar o "como" alcançar certos resultados, mas não vai, é claro, responder a pergunta sobre o que é "real". A realidade é tudo aquilo que nós entendemos que o seja, uma vez que nossos mapas da realidade (por mais exatos que possam parecer) são sempre apenas mapas.


A Vantagem da Magia: Uso da Força!


A crença de que as técnicas de mudança da PNL estão "fora de explicação" tem alguns resultados positivos específicos. Os benefícios positivos afetam tanto o practitioner como o cliente.


O practitioner acredita que suas ações vão atingir o resultado desejado, quase independente daquilo que o cliente fizer. Não existem clientes resistentes, diz a pressuposição da PNL, o que existe é somente uma aplicação insuficiente das habilidades mágicas. A capacidade do practitioner de manter esta crença é muito significativa.


Um estudo de pesquisa feito pelo Dr. Milton Erickson ilustra o que isso significa (1980). Esse estudo foi feito através de experiências hipnóticas que foram capazes de demonstrar claramente, sem exceção, todos os fenômenos hipnóticos de inconsciência profunda. O "sujeitos" da experiência foram encaminhados a vários grupos de estudantes de hipnoterapia, os quais receberam instruções diferentes de grupo para grupo. "Por exemplo, o Grupo A foi informado enfaticamente de que o Sujeito X era um caso de sonambulismo notavelmente refinado e poderia desenvolver todos os fenômenos da inconsciência profunda, com a única exceção da anestesia. O Grupo B recebeu a mesma instrução sobre o Sujeito X, mas foi informado de que, apesar da capacidade adequada em outros assuntos, X não poderia desenvolver alucinações auditivas. O Grupo C poderia fazer qualquer coisa, com exceção de alucinações visuais, e o Grupo D foi instruído de que o Sujeito X poderia manifestar qualquer coisa, exceto amnésia pós-hipnótica." Em todos os casos, a falha "prognosticada" da capacidade do sujeito apareceu durante as tentativas dos estudantes de hipnotizá-lo. Ernest Rossi explica: "Cada grupo de estudantes, involuntariamente e sem tencioná-lo, deixava transparecer suas expectativas através de dicas sensoriais mínimas (dinâmica da voz,comportamento não verbal, etc.) para seu "sujeito". O estudo mostrou claramente que estes são capazes de detectar as expectativas do hipnotizador e corresponder a elas, apesar do que o hipnotizador está tentando comunicar conscientemente.


O Cliente, numa sessão em que a magia 2 está sendo usada, acredita que não pode explicar racionalmente o que está acontecendo em uma sessão de PNL, e não pode "desembrulhar" ou "obstruir" o processo. Isso também é útil de certa forma, e pode ser descrito com o efeito "placebo" da PNL.


O trabalho do curandeiro de energia Clif Sanderson ilustra esta segunda razão da utilidade da magia da PNL. Sanderson levou 20 anos praticando aquilo que ele chama de cura intencional, no mundo todo. Em seu livro, "Making Outrageous Claims", ele documenta os resultados de cinco diferentes projetos de pesquisa em seu trabalho na República Soviética, principalmente com crianças sobreviventes de Chernobyl. Após seu trabalho com elas, o número de crianças com déficit de imunidade caiu de 4.17% para 0%. O número de crianças com alto nível de radiação na urina caiu de 38.89% para 9.09%. Todas as crianças reportaram melhora da enxaqueca que sofriam 24 horas por dia. Sanderson diz, a respeito dessas mudanças: "Isso é feito simplesmente pelaintenção de libertação do "curandeiro", colocando-se em íntima proximidade com o interessado e permitindo a expansão do ser de reconhecer a presença da unidade universal que a tudo impregna. Isso pode ser, enfim, amor simples e desimpedido."


Em sua fita cassete "Clínica da Sabedoria do Doutor Bruxo", Sanderson revela mais sobre essemodelo. Acusado por um repórter local de ser um "doutor bruxo", ele diz: "Bem, eu ainda não comecei a usar a maquilagem e as penas. Mas vejam, outra coisa que eles sabiam sobre isso era tornarem-se exóticos perante as pessoas com quem trabalhavam. Se examinarmos a história tribal, esses homens (e em alguns casos também mulheres) cresceram juntamente com seus irmãos e outros, e foram juntos à mesma escola, digamos; mas em algum momento, eles foram escolhidos para serem "doutores bruxos" ou portadores do conhecimento espiritual da tribo. E aí, então, foram separados. Eles viviam em cabanas fora das aldeias; pintavam-se de maneira exótica, para que a mente do paciente, ao procurá-los para uma consulta, não fosse capaz de descobrir quem eles eram e os colocassem cuidadosamente num bolsinho. E eu acho que uma das coisas mais poderosas com relação à cura é parecer exótico para a pessoa com quem se trabalha, a fim de que haja espaço para a transição. Frequentemente, eu uso algumas palavras Tibetanas e do vocabulário Maori, que fui autorizado a usar, porque a pessoa não sabe seu significado. Assim, não é o conteúdo da salmodia (ou pode parecer uma prece), mas o fato de que isso mais uma vez impede que a mente seja capaz de avaliar quem e o que eu sou, e o que estou fazendo." Neste caso, Sanderson sabe que ele está meramente criando um efeito placebo (diferentemente dos alunos de Milton Erickson na experiência acima descrita), mas ele é capaz de agir de maneira a criar reações poderosas independentemente.


O Lado Escuro da Força


No entanto, existem dois problemas principais ligados à abordagem da magia 2.


Se a magia não produzir o resultado desejado em qualquer momento, o cliente ainda não tem como determinar o que aconteceu ou não aconteceu, e pode concluir que não existe magia alguma e que, portanto, a PNL "não funciona" ou "não pode funcionar" para ele. Desiste, então, de usar processos que poderiam trazer-lhe resultados muito eficazes, pelo menos de vez em quando. Isso o deixa mais suscetível às razões pelas quais somos advertidos pelo pesquisador de comunicações Paul Watzlawick, autor de "Como o Real é Real?". Watzlawick discute a maneira radical com que ideias novas têm, muitas vezes, sido recebidas com recusa. Ele compara esse fato com o de alguém que toca piano pela primeira vez e diz: "Tocar piano não existe. Eu tentei tantas vezes, e não aconteceu nada." (Heller & Steele, 1992, p.1). Infelizmente, quando alguém não aprendeu a "ciência" de tocar piano, e apenas viu os resultados mágicos, essa recusa é ainda mais provável. Além disso, se a magia não funcionar, o cliente poderá abandonar outra pressuposição muito útil ligada à PNL, qual seja a noção de que ele é responsável pela própria vida, ou de que as pessoas podem, e muitas vezes conseguem, mudar sua maneira de comportar-se, facilmente e para sempre.


A noção de magia 2 é aparentemente inconsistente com muitas das pressuposições aceitas da PNL. Por exemplo, consideremos a pressuposição de que o cliente está sempre responsável por seu próprio cérebro e resultados (Dilts, 1998, p.7-10). Em seu artigo sobre "A Cura Milagrosa" (The Miracle Cure), Shelle Rose Charvet mostra que um pequeno uso dometamodelo da PNL ajuda a banir a fantasia do guru com a cura final e mágica (Charvet, 1992). Ela nos encoraja a perguntas "De que modo específico você mudou a si mesmo?" "De que modo ir ter com essa pessoa se equaciona com fazer algo por mim mesmo?" Shelle observa , em relação à fantasia de "guru" que "Até mesmo pessoas altamente treinadas que usam tecnologias poderosas, como a PNL, parecem acreditar nisso. A busca pelo maior e mais recente." Mas, se nossos clientes mudam como resultado de acreditarem que nós os alteramos magicamente, eles estão efetivamente sem poder para tomar conta de suas vidas no futuro, quando quiserem. Vendo esse perigo, Richard Bandler diz: " Sabem, o que quero dizer é que desejo que meus clientes, ao sair (estejam tão mudados), pensem que permanecer estáveis é muito melhor do que retornar. Eu gosto disso. E eles pensam: ´Eu poderia ligar para o Richard, ou poderia simplesmente fazer isso por mim mesmo.´ Eu quero que eles escolham: ´Eu mesmo vou fazer isso´". (Bandler, 1987). Se a magia 2 implica que o cliente não pode "fazer por si mesmo", ela contradiz a atitude básica da PNL aqui expressa por Bandler.


Encontrando um Terceiro Modo.


O fato, como nota Charvet, é que não existe "cura milagrosa" para todos e para tudo. O desejo de solução para tudo, e de uma solução que não requeira nenhum desconforto é, por si só, um problema básico na vida. (Shelley sugeriu que se você preenchesse seu cupom e o enviasse a ela, ela lhe mandaria o segredo de livrar-se da cura milagrosa para sempre, mas eu acho que essa oferta já caducou, pois foi feita há uma década.).


Para que a PNL possa oferecer uma tecnologia de mudança de vida, é preciso lidar com a realidade de que a vida gera desafios. O Psicólogo Martin Seligman (1997) nota que, no último século, as expectativas das pessoas mudaram, na medida em que elas acreditam que tudo na vida deve acontecer do jeito que elas querem. Como resultado, quando isso não acontece, elas supõem que algo terrível aconteceu, e ficam depressivas. Ele descreve essa reação como impotência aprendida. A habilidade que está faltando é a de recompor os desafios como oportunidades. As pessoas de maior sucesso no mundo não são aquelas para as quais tudo funcionou perfeitamente, mas aquelas que sabem como encontrar utilidade e cada situação.


Se a PNL quiser ser um modelo de mudança, ela precisa ser transmitida de uma maneira que desafie a impotência aprendida. Os que sofrem dessa condição são os que têm maior possibilidade de engrenar no modelo de magia 2 da PNL. Eles são, também, os que têm mais probabilidade de abandonar a PNL pelo horror de descobrir que ela não "funciona" perfeitamente. Como tenho repetidamente afirmado em outras publicações, "A PNL não funciona. Você funciona. APNL simplesmente explica como você funciona, perfeitamente. "(Bolstad, 2002, p. 126).


Igualmente, parte da recomposição envolve o fato de o cliente compreender que ele mesmo é capaz de realizar mudanças surpreendentes; de que ele mesmo é um mágico. Eu desejo que ele saiba que "se você acredita que pode, ou se você acredita que não pode... você está certo!" Eu acho que é esse o sentido, e somente nesse sentido, que a magia 2 é totalmente consistente com as pressuposições da PNL. Um exemplo explica o que quero dizer.


Em 1952, um practitioner de medicina Britânico, Dr. A. Mason, escreveu, para um Jornal de Medicina Britânico, um relatório sobre o uso que fazia da hipnose. O seu "sujeito" era um rapaz de 16 anos que tinha uma pela muito dolorida e com aparência muito desagradável, chamada eritroderme ictiosiforme. A pele dele era escamosa e rachava facilmente, deixando escorrer um líquido. Essa condição existia desde seu nascimento, e era devida a uma anormalidade naestrutura da própria pele. A condição era considerada incurável, mas o Dr. Mason colocou o rapaz em transe hipnótico e sugeriu que a pele começaria a clarear em seu braço esquerdo. Em menos de uma semana, a camada calosa de escamas havia clareado naquele braço, e alguns dias depois apareceu pele saudável no local. Nasa semanas seguintes, o doutor estendeu a área de cura por todo o corpo. Às vezes, a cura era de apenas 50% em uma área, mas a maior parte do corpo do rapaz tomou uma aparência normal pela primeira vez. Depois do relatório de Mason no jornal médico, muitos hipnotizadores replicaram seus resultados. O fato importante, para nossa finalidade aqui, é que esta cura era considerada cientificamente impossível. Em termos daquilo que qualquer médico usaria antes do relatório de Mason, ela era impossível. E os resultados de Mason eram mágicos. Mas essa magia não implica nada de mágico sobre o Dr. Mason ou sua técnica. O Dr. Mason simplesmente descobriu que essa habilidade mágica existia no garoto. O próprio corpo dele limpou a condição congênita. Ninguém imaginava, antes desta experiência, que tal magia pudesse existir em uma pessoa. Uma vez descoberta, muitas pessoas foram capazes de repeti-la. O primeiro livro de PNL chama-se " A Estrutura da Magia". Ele estuda a estrutura das palavras que Virginia Satir usava para ajudar seus clientes a produzirem efeitos mágicos. Ele diz muito menos sobre a estrutura da magia dentro de uma pessoa, que capacita essas palavras a conduzir a mudanças. A magia dentro de nossos clientes é a mais significativa.


Eu não quero que meus clientes pensem como o mágico que os curou. Eu quero que eles pensem que eles mesmos são esse mágico.


E esta também é minha resposta para a pessoa que cinicamente nega a PNL como um "mero placebo".


Existe magia no mundo; a magia de tomar conta da própria vida. A magia de permitir que o próprio corpo e mente realizem a cura. A magia de escolher amor e relacionamento. E apesar de todos os nossos estudos, isso permanece sendo magia2. (Uma influência inexplicável e notável que produz resultados surpreendentes."). Quando estou ensinando, e quando estou trabalhando individualmente com alguém, esta é a magia que eu procuro.

(c) 2002 Dr. Richard Bolstad

Richard Bolstad é PNL trainer e mágico, e pode ser contatado emrichard@transformations.net.nz(link sends e-mail)

BIBLIOGRAFIA:

Bandler, R. State of the Art Audiotape series from NLP Comprehensive, Boulder Colorado, 1987

Barber, J."Miracle Cures? Therapeutic consequences of clinical demonstrations em Zeig, J. eGilligan, S. Brief Therapy: Myths, Methods and Metaphors, Brunner/Mazel, New York, 1990

Bolstad, R. RESOLVE: A New Model Of Therapy Crown House, Bancyfelin, Wales, 2002

Dilts, R. Modelling With NLP Meta Publications. Capitola, California, 1998

Erickson, M. H. "Expectancy and Minimal Sensory Cues In Hypnosis. Incomplete Report." em Erickson, M.H. The Collected Papers of Milton H. Erickson on Hypnosis. Volume II Irvington, New York, 1980

Mason, A.A. "A case of congenital ichthyosiform erythroderma of broc treated by hypnosis" p. 422-423 em British medical Journal,Vol. 2, 1952

Rossi, E.L. The Symptom Path To Enlightenment, Palisades Gateway Publishing, Pacific palisades, California, 1996

Sanderson, C. Making Outrageous Claims, Fast Books, Glebe, Australia, 1993

Seligman, M.E.P. Learned Optimism, Random House, Sydney, 1997

Payer, L. Medicine and Culture, Penguin, 1988, Harmondsworth, Britain

Heller, S. and Steele, T. Monsters and Magical Sticks. Los Angeles: Calabasas Press, 1992

Charvet, S.R. "The Miracle Cure" p. 16-18 em Anchor Point, Vol. 7, No. 10, Outubro, 1993


Veja Também